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Super Soco planeja vender 10 mil motos elétricas em 2023: veja os planos da marca

2 minutos de leitura

O modelo Super Soco é distribuído pela Riba. Com preço médio de R$14.900 segundo a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), essa motocicleta de entrada tem um nome espirituoso, CU (sigla para Change Urban), mas promete desempenho e autonomia razoáveis. 

Capaz de chegar a 50 km de autonomia, com uma velocidade máxima de 45 km/h e um motor de 1,2 kW nas rodas traseiras. Suas variantes, CUX e CUX Ducati, custam cerca de R$ 3 mil a mais e contam com um excelente motor elétrico com 2,8 kWh de potência e autonomia de até 70 quilômetros.

Guia do Conteúdo

Detalhes da Super soco

Super Soco: motor de 2,8 kWh com autonomia de 70 km. Acima da scooter está a motocicleta TSX, que possui motor elétrico Bosch de 3 kW com 14,3 kgfm de torque e velocidade máxima de 75 km/h. A bateria é a mesma usada no Tesla Model S – levando alguns a se referirem ao Super Punch como uma “motocicleta Tesla”. Eles permitem 60 km no modo Sport e 100 km no modo Eco. O preço médio na concessionária é de 20.900 reais.

Outras motos oferecidas pela marca no país são: a TC, com performance próxima à TSX, com preço de R$ 21.900; e o modelo mais avançado, a TC Max, com motor Bosch de 5 kW e velocidade máxima de 140 km/ h, ao preço médio de 34.900 reais.

Super Soco
Imagem retirada do site: VeículoEletrico.

10.000 motocicletas até 2023

A Riba colabora com a importação de motocicletas no sistema CKD (Complete Knock-Down), em que os modelos são desmontados na chegada e montados na fábrica da empresa em Varginha (MG). Até 2022, o plano é encerrar o ano com 2.000 motos vendidas, mas a expectativa para 2023 é de alto crescimento. “Queremos chegar a 10.000 motos”, disse Fernandes, da Riba.

Detalhes da marca

Enquanto o mercado asiático continua sendo o principal alvo, a marca sino-australiana criou um novo nome nos EUA – presumivelmente Vmoto, aludindo à empresa-mãe – onde deve enfrentar uma concorrência já amadurecida. Lá, duas gigantes, Zero e Harley Davidson, dominaram as vendas, enquanto na corrida, a italiana Energica buscou expandir seus negócios fundindo cada vez mais concessionárias.

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