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Suspensa até janeiro as demissões na fábrica da Caoa Chery em Jacareí

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Foi conseguido fazer com que seja suspensa as demissões que a Caoa Chery faria em sua fábrica em Jacareí, no Vale do Paraíba, mérito do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região.

Essa decisão foi tomada pela montadora sino-brasileira, depois da proposta da entidade, que reúne os trabalhadores da planta, local onde Tiggo 3x deixou de ser fabricado.

A proposta do sindicato colocou um layoff, que é uma suspensão temporária do contrato de trabalho, de cinco meses, ainda mais os três meses de estabilidade e também a que tem direito os trabalhadores em acordo anterior.

A entidade conseguiu adiar as demissões da empresa Caoa Chery para janeiro, quando é finalizada o prazo da proposta feita atualmente.

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Suspensa as demissões

Demissões fábrica Caoa Chery Jacareí
Foto: Reprodução

Os trabalhadores aprovaram a proposta em assembléia, na manhã desta quarta-feira, dia 11 de maio, a proposta da Caoa Chery, faz inclusão do pagamento integral dos salários, mas parte desse salário vai vir do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador).

Para o sindicato local, essa foi uma vitória para ganhar tempo, para negociar com a Caoa Chery e também buscar apoio do município, estado e Governo Federal, para a causa da região.

Os trabalhadores querem a manutenção da produção do Arrizo 6, que é um sedã médio que vendeu 864 unidades em 2022. Ficando atrás do Civic com 1.937 e do Cruze que emplacou 2.804 exemplares.
Um segmento segue liderado pelo Corolla, com 12.835 unidades vendidas, o Arrizo 6, ainda é um player bem longe da disputa pela liderança, porém com dois concorrentes que vão ter destinos não muito bons, logo mais.

Por exemplo, o Civic saiu de linha aqui no Brasil, e é importado, híbrido não vai ter volume suficiente para atender tanta demanda assim. E o Cruze já está no fim da sua carreira.

Enquanto isso na montadora Caoa Chery, o sindicato quer convencer a empresa a reconsiderar a decisão de importar o Arrizo 6, fazendo a defensoria da sua produção local.

De acordo com o Weller Gonçalves, presidente do sindicato, diz que acha que os interesses do patrão, não deve ser colocado acima do bem coletivo, é por isso que abriram a campanha nacional contra o fechamento da montadora.

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